Existem três meios para disputar a Copa do Mundo de vôlei. Ser país sede, caso do Japão desde 1977, ter um bom desempenho em seu torneio continental ou receber um convite da Federação Internacional de Voleibol (FIVB) para participar. Em 2011, Rússia e Polônia, chamados à competição pela entidade, superaram campeões locais e dominaram o torneio masculino.
A Rússia terminou campeã da Copa do Mundo com dez vitórias e apenas uma derrota (para o Brasil). Já a Polônia ficou com o segundo lugar, igualando seu melhor desempenho na competição, ocorrido na edição de 1965, além de ter carimbado a classificação à Olimpíada de Londres. Além da dupla convidada, o Brasil ficou com a terceira vaga aos Jogos de 2012.
Apesar da campanha irregular do Brasil na Copa do Mundo de vôlei masculino, o líbero Serginho levantou o troféu de melhor recepção da competição. A Seleção Brasileira, que terminou em 3ª na competição e garantiu vaga nos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, teve Serginho como seu único representante na equipe dos melhores do campeonato. Já Maxim Mikhaylov, jogador da Rússia, foi eleito o melhor jogador da competição.
Fernando Hernandez, jogador de Cuba, foi o maior pontuador do torneio, enquanto Ahmed Abdelhay , do Egito, foi eleito o melhor atacante. O polonês Marcin Mozdzonek ficou com o troféu de melhor bloqueador. Entre os premiados também estão o italiano Cristian Savi, com melhor saque, Luciano De Cecco, da Argentina, como melhor levantador, e Ren Qi, da China, como melhor líbero.
Ver o técnico Bernardinho esbravejar à beira da quadra é algo comum em partidas da Seleção Brasileira. Nesta Copa do Mundo masculina de vôlei, porém, o treinador vem tendo mais motivos para se irritar. Sua equipe vem enfrentando a sina de abusar de erros, fato que já foi ressaltado pelo comandante e que foram decisivos para tirar pontos do time, além de complicar a missão de conseguir uma vaga para a Olimpíada de Londres.
Na última terça-feira, a Seleção foi derrotada pela Sérvia por 3 sets a 1, a primeira partida em que não pontuou, e viu os erros serem decisivos. A equipe europeia teve 32 pontos a seu favor a partir de falhas do adversário, e, apesar de cometer o mesmo número de erros, foi eficaz no ataque para vencer a partida.
A equipe de Bernardinho já cometeu 199 erros na competição, número superior a Polônia e Rússia, que são respectivamente líder e segundo colocado do torneio. Entre os que hoje estariam classificados a Londres, somente a Itália, que aparece na terceira posição, concedeu mais pontos que a Seleção - foram 201.
A cidade de São Paulo recebeu nesta terça-feira a abertura da 18ª edição da Superliga Feminina de vôlei. Durante a cerimônia, foram destacados os retornos de duas atletas já consagradas no esporte brasileiro à maior competição da modalidade no País: Fernanda Venturini e Waleska.
Aos 41 anos de idade, a levantadora Fernanda Venturini voltará às quadras para defender a Unilever. Por outro lado, a campeão olímpica Waleska foi repatritada pelo Vôlei Futuro após sete temporadas de disputas no exterior.
"As meninas mais novas são muito fortes, mas não senti muito desnível na parte física. Na última final, no Mineirinho, onde a Unilever foi campeã, mais uma vez, senti falta deste clima. Isso me motivou para retornar", destacou Venturini.




