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Em teleconferência para analistas, Barbassa explicou que o cálculo exclui projetos importantes, como a produção da plataforma P-55, no campo de Roncador, na Bacia de Campos, e o piloto de Guará, no pré-sal da Bacia de Santos, que juntos seriam responsáveis por 300 mil barris por dia. O executivo disse que outros projetos compensarão os atrasos, mas não deu detalhes sobre os motivos de a produção ficar abaixo do previsto inicialmente.
Houve atraso na construção da P-55, no Estaleiro Atlântico Sul (PE). A plataforma começou a ser transportada para o Rio no inÃcio deste ano e deve entrar em operação em 2013, produzindo 180 mil barris por dia.
Entre os projetos que mais contribuirão para o aumento da produção, Barbassa destacou a plataforma P-57. No campo de Jubarte, na Bacia de Campos, a plataforma já iniciou as operações, mas elevará os atuais 80 mil barris para 151 mil barris ao longo do ano. Já a P-56, no campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos, produz aproximadamente 17 mil barris por dia, que devem subir para 105 mil.
Além disso, segundo Barbassa, outros dois FPSO (tipo de plataforma de produção flutuante), o Cidade de Anchieta e o Cidade de ItajaÃ, com capacidade de produção de 25 mil barris e 11 mil barris, respectivamente, entrarão em operação no terceiro trimestre deste ano.
De acordo com Barbassa, as paralisações não programadas de várias plataformas ao longo de 2011 provocaram perda média diária de 67 mil barris de petróleo. No ano passado, a produção de petróleo da Petrobras no Brasil ficou 3,7% abaixo da meta.




