O número de mortos no incêndio, que levou mais de uma hora para ser controlado, não está claro. Alguns jornais locais dizem que o fogo deixou 100 vítimas, enquanto outros estimam os mortos em mais de 200. Autoridades hondurenhas não comentaram as informações.
A prisão de Comayagua, cidade 140 km ao norte da capital, Tegucigalpa, abriga pelo menos 800 prisioneiros. Autoridades investigam duas possíveis causas para o fogo: que ele tenha sido provocado por presos durante uma rebelião ou por um curto-circuito.
Bombeiros disseram que a maior parte das vítimas morreu queimada ou por inalar fumaça. Alguns sobreviventes escaparam pelo telhado e se jogaram do alto do prédio, de acordo com familiares.
"Há muitos corpos empilhados no interior dos módulos que com certeza tentaram, mas não conseguiram escapar do fogo", detalhou um porta-voz dos bombeiros.
Nos hospitais de Comayagua dezenas de feridos foram atendidos. Uma enfermeira do Hospital Santa Teresa contou aos jornalistas que ao menos 30 presos deram entrada com queimaduras de terceiro e quarto graus. O Hospital Escola em Tegucigalpa também recebeu feridos.
Com AP e EFE




