Uma menina britânica de dez anos de idade teve um tumor de três quilos - do tamanho de uma pequena bola de futebol - removido de seu abdômen.
Quando os dois irmãos chegaram para dividir a casa em Santos, litoral paulista, Jênyce Reginato, a mais velha dos três, logo decidiu que queria ter família grande. “Adorei a ideia de casa cheia. Já menina passei a sonhar em ter mais de um filho”, lembra.
Da década de 60 até o início deste século, houve uma mudança significativa no perfil das mães brasileiras. A mulher está deixando a maternidade para mais tarde e optando por ter uma família bem menor do que tiveram suas mães e avós. Dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a taxa de fecundidade no Brasil cai a cada ano: na década de 60 era superior a seis filhos por mulher e em 2010 chegou a 1,9 filho por mulher.
De rainha do lar à amiga e confidente, da dificuldade em expressar o afeto até a culpa presente 24 horas por dia nos pensamentos, houve um longo caminho trilhado. E exercer a maternidade nunca foi tarefa das mais fáceis. Saiba por quais transformações esse papel passou ao longo das gerações e quais são os maiores desafios da mãe contemporânea.




